Indústrias

Energia, Óleo e Gás

Empresas de energia, óleo e gás gerenciam ativos complexos, operações geograficamente dispersas e relações extensas com empresas contratadas. Construção, comissionamento, operação e manutenção colocam a organização diante de exposições que mudam ao longo da vida do ativo.

A cultura de segurança se manifesta na forma como essas transições são planejadas e na qualidade das decisões tomadas quando o trabalho se afasta da condição esperada.

O controle precisa acompanhar a mudança da operação

A mesma organização pode reunir parques eólicos, instalações industriais, estruturas de geração e equipes móveis. Em óleo e gás, entram ainda as exigências próprias da segurança de processo e da integridade dos ativos. Cada ambiente distribui autoridade, conhecimento técnico e responsabilidade de uma forma.

Intervenções de manutenção, isolamento de energias e trabalho de empresas contratadas exigem coordenação entre áreas. Quando o planejamento muda em campo, as equipes precisam compreender quais limites permanecem válidos e quem deve reavaliar o serviço.

Parte das fragilidades surge nas interfaces: entre projeto e operação, contratante e contratada, liderança corporativa e ativo local. Uma leitura cultural precisa alcançar esses pontos e mostrar se os sinais relevantes chegam à governança com a clareza necessária.

Uma direção comum para ativos diferentes

O trabalho considera a diversidade do portfólio e o grau de autonomia de cada operação. Pode envolver uma leitura ampla da cultura, uma avaliação focalizada na prevenção de acidentes sérios e fatais ou a construção de prioridades para um programa de transformação.

A análise relaciona o que a organização define no nível estratégico às condições encontradas nos ativos e nas atividades de campo. Quando o projeto abrange mais de uma unidade, os resultados distinguem o que é comum do que muda entre os ativos.

Serviços relacionados

Projetos relacionados

A experiência publicada reúne trabalhos com General Electric, Raízen e CESP.

Na General Electric, o escopo incluiu um conjunto de materiais de segurança para projetos de construção, campanhas sobre proteção das mãos e percepção de risco, além de treinamento nos parques eólicos geridos pela equipe GE.

Na Raízen, o trabalho incluiu o desenvolvimento de um guia de competências para lideranças, o Programa Donos da Segurança, ações de comunicação e treinamentos. O projeto também envolveu revisão da gestão de terceiros e apoio ao planejamento estratégico de segurança.

Na CESP, o trabalho publicado registra diagnóstico de cultura, planejamento para transformação, apoio a regras de ouro e programa de motivação progressiva.

Conheça os projetos publicados

Apresente o contexto

Se a organização precisa alinhar governança, liderança e operação em torno de uma questão de segurança, apresente o contexto.

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